Australiano fala para auditório lotado na Sema
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Reconhecer o potencial interior, amando-se a si próprio, ter reverência à vida (enxergar a natureza como sagrada), respeitar a Terra e valorizar a diversidade cultural e biológica. Estas são algumas das mudanças necessárias aos habitantes desta "nave espacial" chamada Terra segundo o Craig Gibsone, que deu ontem à noite uma palestra para um público atento no auditório, no 11° andar. Depois da palestra, ele foi para o Parque Estadual de Itapuã, onde dormiu no alojamento dos pesquisadores. Hoje, Gibsone está dando o curso "Construindo no Novo Milênio", no Refúgio da Vida Silvestre Banhado do Pachecos. A promoção é da Divisão de Unidades de Conservação do Departamento de Florestas e Áreas Protegidas da Sema e Fundação Gaia.
Uma das atrações da noite foi o início da atividade. Gibsone tocou um
instrumento aborígine que emitia timbres e sons muito profundos, lembrando sons da florestas. Ele pediu para o público não aplaudir, simplesmente ouvir e encarar o momento com uma meditação. O auditório lotado acompanhou atentamente os movimentos do músico.
"O sucesso de qualquer região é a riqueza cultural e não quantos carros se tem na estrada", defende o membro da Fundação Findhorn, com sede na Escócia. Antes de abordar as mudanças, Gibsone mostrou diversos dados evidenciando o perigo em que vive o Planeta. E chamou atenção que em 1992, a Conferência do Rio (World Summit) era tratada como um evento de meio ambiente hoje é encarada como desenvolvimento sustentável. Para ele, o conceito de desenvolvimento sustentável foi roubado pelas grandes companhias. "O paradigma do crescimento contínuo é insano", aponta.
Uma das atrações da noite foi o início da atividade. Gibsone tocou um
instrumento aborígine que emitia timbres e sons muito profundos, lembrando sons da florestas. Ele pediu para o público não aplaudir, simplesmente ouvir e encarar o momento com uma meditação. O auditório lotado acompanhou atentamente os movimentos do músico.
"O sucesso de qualquer região é a riqueza cultural e não quantos carros se tem na estrada", defende o membro da Fundação Findhorn, com sede na Escócia. Antes de abordar as mudanças, Gibsone mostrou diversos dados evidenciando o perigo em que vive o Planeta. E chamou atenção que em 1992, a Conferência do Rio (World Summit) era tratada como um evento de meio ambiente hoje é encarada como desenvolvimento sustentável. Para ele, o conceito de desenvolvimento sustentável foi roubado pelas grandes companhias. "O paradigma do crescimento contínuo é insano", aponta.