O Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Rio Grande do Sul, simplesmente denominado de Projeto RS Biodiversidade é um projeto do Governo do Estado que tem como objetivo promover a conservação e recuperação da biodiversidade, mediante o gerenciamento integrado dos ecossistemas e a criação de oportunidades para o uso sustentável dos recursos naturais, com vistas ao desenvolvimento sustentável.
Conheça mais sobre o Projeto RS Biodiversidade clicando na imagem abaixo:
Justificativa e Objetivos
O Rio Grande do Sul é uma região de transição entre biomas e zonas biogeográficas distintas, que apresenta paisagens e ecossistemas diversificados para uma área relativamente pequena, abrigando animais e vegetais com diferentes centros de origem, além de um número considerável de espécies endêmicas.
O Estado contém dois tipos de biomas: a Mata Atlântica e o Pampa, formados por diversos ecossistemas e, portanto, com uma biodiversidade abundante, incluindo-se muitas espécies de grande importância mundial.
As distintas características ambientais do Rio Grande do Sul possibilitam a utilização diversificada dos espaços. O manejo inadequado, aliado a fatores climáticos e geológicos vem causando graves impactos ambientais com repercussão socioeconômica e cultural.
São fundamentais ações de conservação para garantir a riqueza de espécies e ecossistemas, e reduzir as ameaças existentes sobre a biodiversidade.
Objetivo Geral
É promover a conservação e recuperação da biodiversidade, mediante o gerenciamento integrado dos ecossistemas e a criação de oportunidades para o uso sustentável dos recursos naturais, com vista ao desenvolvimento regional.
Objetivos Específicos
Os objetivos específicos do Projeto incluem:
a) Conservar a biodiversidade através de adoção de políticas públicas que promovam o desenvolvimento de sistemas de gestão e práticas de produção, fortalecendo as áreas protegidas em Unidades de Conservação.
b) Promover ações de recuperação em áreas importantes para a conservação da biodiversidade, onde se verifica fragilidade e agressão à biodiversidade do RS.
c) Elaborar avaliações técnicas das áreas de alta importância biológica, em especial, no bioma Pampa.
d) Garantir a função, a dinâmica e a evolução dos ecossistemas e das espécies endêmicas e ameaçadas de extinção ocorrentes no território do RS.
e) Fomentar a conscientização e a percepção públicas sobre a biodiversidade junto aos diversos setores da sociedade, integrando o tema às perspectivas produtivas, educando e capacitando nos diversos níveis.
f) Desenvolver instrumentos de gestão integrada, necessários para que se atinja o manejo eficiente e sustentável da biodiversidade e dos recursos naturais, inclusive dos recursos hídricos, que lhe dão suporte.
Estratégia
Dada uma realidade localizada, reconhecidamente frágil e significativamente rica na sua biodiversidade, busca-se interferir no curso do processo de sua evolução, por atuação direta, principalmente dos próprios ocupantes e gestores daquele território, com apoio do setor público, incorporando, de forma qualificada, a biodiversidade nas atividades produtivas, aprimorando-as, auferindo benefícios para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.
Para isso é preciso: Apoiar os atores envolvidos nos distintos processos econômicos; Conhecer mais sobre o tema;Produzir instrumentos para aprimorar a gestão;Reduzir riscos e ameaças à biodiversidade;Capacitar as comunidades locais e outros atores com os quais se tenha interfaces operacionais;Divulgar o tema; e Operacionalizar todas essas ações em conjunto, de forma ordenada, em sintonia com um cronograma único, que seja referência para todos os envolvidos, desde o GEF, até o morador das distintas comunidades locais nas Áreas Prioritárias.
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